Tão típico do ser humano achar-se melhor que outra criatura. Consolidar-se na ideia de que se não for perfeito, sem erros, sem deslizes, não serve. Tão típico ser tolo a ponto de culpar o amor pelos erros das pessoas. É tanta tolice reunida em um só ser que se torna difícil acreditar se os monstros se escondem na escuridão, ou dentro das pessoas.
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